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  • Writer's picturePatricia Lenharo

Rejeição: encontre seu direito de existir

Vou te contar uma história...

Maria, sempre carregou consigo uma dolorosa sensação de rejeição.

Rejeição: encontre seu direito de existir

Desde a infância, ela se sentia desvalorizada e incompreendida pelos pais, o que gerava feridas emocionais profundas em seu coração.


Ao longo dos anos, essa afetou seus relacionamentos e sua autoestima, deixando-a presa em um ciclo de amor e ódio consigo mesma.


No trabalho, Maria teve dificuldades para se sentir valorizada.


Sempre que recebia um elogio ou um reconhecimento, sua mente logo a levou a pensar que aquilo não era verdadeiro, que ela não merecia tal reconhecimento.

Essa crença a impedia de alçar voos mais altos em sua carreira e se destacar em suas habilidades profissionais.
Rejeição: encontre seu direito de existir

Em sua vida amorosa, Maria também viveu uma montanha-russa emocional. Ela se apaixonava profundamente, mas ao menor sinal de desinteresse ou discordância, a dor da rejeição a atingia novamente, levando-a a se afastar das pessoas ou entrar em ciclos de relacionamentos tóxicos.


Maria sentiu uma imensa dificuldade em aceitar que merecia ser amada e valorizada. A ferida da rejeição era como uma sombra que a seguia em todos os momentos, sussurrando que ela não era boa o suficiente.


Essa voz interior a impede de se abrir para as oportunidades de amor e felicidade que a vida lhe oferece.

Hoje, Maria é uma mulher transformada.

Ela não deixou que a rejeitasse, a definisse e, ao contar sua história de superação, inspira outras mulheres a também buscarem sua cura emocional. Ela entendeu que todos temos direito de existir e sermos felizes, independentemente das feridas que carregamos.


A história de Maria nos mostra que a jornada de cura pode ser desafiadora, mas é possível encontrar


Antes de continuar, é importante ressaltar que a história de Maria é fictícia, mas retratar um cenário vivido por muitas pessoas ao redor do mundo.


A dor da rejeição é uma realidade que pode afetar profundamente a vida emocional e os relacionamentos. No entanto, assim como Maria, muitas pessoas encontraram a cura emocional através do autoconhecimento.

O autoconhecimento é a chave que separa aqueles que permanecem presos às suas feridas emocionais, daqueles que estão certos de alcançar a liberdade emocional.

É por meio desse processo de olhar para dentro de si, com coragem e confiança, que podemos identificar as raízes de nossas feridas emocionais e começar o processo de cura.


Ao reconhecermos nossas próprias dores estamos dando o primeiro passo em direção à cura.


O autoconhecimento nos permite compreender os padrões de pensamento e comportamento que foram moldados pela ferida da rejeição.


Ao entendermos como essa ferida nos afetou, podemos começar a ressignificar nossas crenças e construir uma nova narrativa em nossas vidas.


Cada pessoa tem sua própria jornada de cura, e o processo pode variar de indivíduo para indivíduo.


Algumas pessoas encontram alívio através da psicanálise, mergulhando nas emoções de sua psique para entender os traumas e desafios emocionais. Outros encontram apoio nas diversas terapias existentes hoje. Mas, independentemente do caminho escolhido, o importante é quebrar o ciclo da rejeição e cultivar um relacionamento amoroso consigo mesma.


Isso envolve aprender a valorizar suas qualidades, aceitar seus pontos fracos e permitir-se ser amado e valorizado pelos outros.

Rejeição: encontre seu direito de existir

Ao compartilhar histórias como a de Maria, busco inspirar outras mulheres a olharem para si mesmas e acreditarem em seu potencial de transformação.


Cada uma possui sua própria história, suas próprias feridas e seus próprios desafios. Mas todos têm em comum a capacidade de superar a rejeitar e encontrar seu direito de existir.


O autoconhecimento é uma ferramenta poderosa que nos permite romper com os padrões limitantes, encontrar a nossa voz interior e traçar um caminho de liberdade emocional.


Seja qual for a sua história, saiba que você não está sozinha nessa jornada.


Busque apoio, compartilhe suas experiências e caminhe em direção à sua própria liberdade.


Um abraço quentinho e até a próxima.

Patricia Lenharo




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